DE PEITO ABERTO

Passado e presente se confundem.
O medo do presente faz temer até
o mais forte.
Com a espada na mão ela ora.
Com a face cansada do tempo.
Entre a dor e a alegria se faz forte a meiguice
e fraco a dureza.
Alma e mente perturbados se refletem
no corpo cansado das batalhas.
em tempos de lutas.
Guerreira para e reflete
também teme a morte, mas não simplesmente morrer.
E sim morrer sem lutar por causa justa.
Quer ter honra, deixar sua marca.
Quer viver, alcançar.
Desafia seu maior inimigo interior.
Onde corre os maiores perigos,
sua ânsia de perfeição se cobra em
mérito a povoação.

Deixe uma resposta